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Austrian Death Machine - Total Brutal

segunda-feira, 10 de agosto de 2009





Artista - Austrian Death Machine
Album - Total Brutal
Ano - 2008
Gênero - Metal / Hardcore / Thrash
Myspace - http://www.myspace.com/austriandeathmachine
País - San Marcos, California, USA


Trabalho solo do Tim Lambesis (Vocalista do As I Lay Dying), essa banda foi feita para homenagear o grande Arnold Schwarzenegger, atual governador da Califórnia.

Riifs de Thrash, vocais agressivos (e algumas vezes até mesmo guturais), bumbos duplos, enfim, Tim Lambesis mostra que é um músico completo e manda muito bem nesse álbum.

Recomendo!


Tracklist:
1. Hello California
2. Get to the Choppa
3. Rubber Baby Buggy Bumpers
4. All of the Songs Sound the Same
5. I am a Cybernetic Organism, Living Tissue Over (Metal) Endoskeleton
6. Come With Me if You Want to Live
7. What it’s like to be a Singer at Band Practice
8. Who is Your Daddy, and What Does He Do?
9. You Have Just Been Erased
10. Broo-Tall Song Idea
11. Here is Subzero, Now Plain Zero
12. So Far, So Good, So Let’s Talk About It
13. Screw You (Benny)
14. Why?
15. If It Bleeds, We Can Kill It
16. It’s Not A Tumor
17. Not So Hidden Track

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Megadeth - Rust In Peace

quinta-feira, 30 de julho de 2009


Artista - Megadeth
Album -  Rust in Peace
Ano -  1990
Gênre -  Thrash Metal
Myspace - www.myspace.com/megadeth
País -USA

Nos encontramos em 1990, e Dave Mustaine e Cia já nos deram a honra de nos oferecer três grandes petardos musicais: O excelente album de estréia Killing Is My Business...And The Business Is Good! (1985), o classico Peace Sells...But Who's Buying? (1986), e o também maravilhoso So Far, So Good...So What! (1988).

Grandes albuns que contavam com diferentes formações ao longo dos mesmos, a não ser é claro o todo-poderoso chefão Dave Mustaine e seu braço direito, o lendario David Ellefson no baixo.

Desta vez, para o próximo album - e na minha sincera opinião, a grande obra-prima do Megadeth, ficando em 3° dentre os maiores albuns de Heavy Metal de acordo com a Kerrang! - o Megadeth precisava de uma formação especial. Já ouvi dizer, não sei se é verdade, que Mr. Mustaine convidou o lendário guitarrista do Pantera, Dimebag Darrell - que vale dizer frisar que o Pantera irá lançar, ainda no mesmo ano, outro grande petardo da época, o Cowboys From Hell - mas ele só aceitaria se seu irmão, o baterista Vinnie Paul, se juntasse ao Megadeth também, e na época Nick Menza já estaria recrutado, portanto, a idéia acabou não vingando.

Ao mesmo tempo, foi a época em que Pepeu Gomes (isso mesmo, o nosso brazuca!!) foi convidado para se juntar ao Megadeth, após Dave Mustaine presenciar um dos seus shows e de, é claro, ficar babando pela técnica do cara, mas como é de se imaginar, o Pepeu recusou alegando que não era o estilo dele.

Chegamos então a um guitarrista que já trabalhou junto com Jason Becker (!!!) no Cacophony, que aceitou entrar no Megadeth, estamos falando de Marty Friedman, e quem conhece esse cara sabe que não precisa de muitos comentários...

Naquela época, haviam grandes bandas no cenário do heavy metal, por exemplo, o antigo rival do Megadeth: Metallica, e seu monstruoso ...And Justice For All; tinha o Guns 'N Roses, que estava destruindo na Billboard com o seu Apettite For Destruction; o já mencionado Pantera, que estava para lançar o seu Cowboys From Hell. Mas o Megadeth, com o que estava por vir, daria uma bela lição sobre quando se fala competencia e sem falar do quanto estavam no auge de sua inspiração, agora com a nova e mais famosa formação:

Dave Mustaine (Guitarras e Vocais)
David Ellefson (Baixo e Backing Vocals)
Marty Friedman (Guitarras)
Nick Menza (Bateria e Percursão)

E agora... o Review mais completo deste album! Música por música!

Holy Wars...The Punishment Due: CLÁSSICO dos CLÁSSICOS do Megadeth, técnica e peso cheam a tal ponto que se equilíbram de forma psíquica, um dos maiores hinos da história!! Arrisco-me a dizer que se não é a melhor, pelo menos estaria no TOP 3 do Megadeth, melhor abertura possível de um album.

Nota: 10

Hangar 18: Acabando de se matar de tanto balançar a cabeça só com a primeira música? Então esperimente esse outro clássico do Megadeth! Música que não tem como não gostar, riffs ultra bem elaborados, solo de cair o queixo, base destruidora. Merece destaque, é claro, para o dueto de guitarras entre Marty Friedman e Dave Mustaine, literalmente de matar!!! Enfim, um CLASSICO, que agora os viciados em Guitar Hero, juntamente com a também classica Symphony of Destruction, podem desfrutar da música.

Nota: 10

Take No Prisoners: Putz...literalmente pancadaria do começo ao fim, riffs muito rapidos e pesados...uma música que o Mötorhead sempre quis ter (não estou fazendo nehum tipo de desmerecimento, pois sou um fã doente também de Mötorhead, hehehe). Mas apesar de tanta genialidade, acho que bater nas duas lá em cima é uma tarefa muito dificil. Mas sem dúvida um grande clássico entre os fãs mais leais da banda, mesmo por que não é uma música muito conhecida.

Nota: 9,5

Five Magics: Dale mais violência!! Outa música de cair o queixo!!! Principalmente por causa da introdução, dando destaque ao Mr. David Ellefson, com uma linha de baixo muuuuuuuito boa mesmo! Talvez Five Magics estaja um pouco abaixo das anteriores, mas nem de longe deixa de ser uma excelente música!!

Nota: 9,25

Poison Was The Cure: Talvez a música mais punk do album, devido a sujeira e a velocidade da música, muito maluca mesmo!! Na minha sincera opinião, me arrisco a dizer que é a música mais "fraca" do albúm, apesar de ser uma baita pancadaria e ter muita técnica.

Nota: 8,25

Lucretia: Demais!!!!! Excelente música!! muita criatividade, riffs poderosissímos (e tem algum neste album que não é?), muita melodia, um solo maravilhoso, e que linha de baixo maneira!!!!

Uma das maiores músicas do Megadeth, e por que não, do Heavy Metal em geral. Destaque para a letra!

Nota: 9,5

Tornado Of Souls: PARA TUDO!!! CLASSICA!!!! Que música é essa?? Me arriscaria a dizer que ganha até de Hangar 18!! Totalmente empolgante, pesada, vocais estupendos, talvez seja a música mais técnica de toda a carreira da banda, mas que uma coisa é certa, o melhor solo de Marty Friedman e, talvez, de todo o Megadeth, e ele está presente nesta música... O que está esperando?? Vá ouvir essa música agora!!!

Nota: 10

Dawn Patrol: Uma música bastante interessante, é sómente baixo e bateria nessa faixa, com Dave Mustaine cantando de uma forma bem maneira!! Não sei dizer exatamente se seria a introdução da próxima música, mas de qualquer forma, é uma musiquinha bem legalzinha, e bem pequena também...

Nota: 8,5

Rust In Peace...Polaris: Isso é que é fechar em ótimo estilo, uma música perfeita!!!!! Destaque desta vez para Nick Menza, detonando na introdução da música. Pura demonstração de riffs técnicos e pesados, uma definição mais do que suficiente para o termo Thrash Metal, por isso então, fecha-se o disco com a música que tema honra de receber o nome do disco.

Nota: 9,75

*Review feito pelo Guilherme Zub´s Em 19/09/07 (Whiplash!).

Tracklist

"Holy Wars... The Punishment Due" — 6:36

"Hangar 18" — 5:14
"Take No Prisoners" — 3:28
"Five Magics" — 5:24
"Poison Was the Cure" — 2:58
"Lucretia" — 3:58
"Tornado of Souls" — 5:22
"Dawn Patrol" — 1:50
"Rust in Peace... Polaris" — 5:36

Faixas bônus

Faixas gravadas com Chris Poland na guitarra solo.
"My Creation" — 1:36
"Rust in Peace... Polaris" (demo) — 5:25
"Holy Wars... The Punishment Due" (demo) — 6:16
"Take No Prisoners" (demo) — 3:23 


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Pantera - Vulgar Display Of Power

quarta-feira, 15 de julho de 2009


Artista - Pantera
Album - Vulgar Display of Power
Ano - 1992
Gênero - Groove Metal/Thrash Metal
País- USA

Vulgar Display of Power é o sexto álbum de estúdio da banda de heavy metal norte-americana Pantera. Ele marca o groove metal como gênero definitivo da banda.

"Mouth For War: pesada, rápida e empolgante, mereceu até a gravação de um vídeo clip na época. Na minha opinião, é uma das melhores músicas na carreira do Pantera, um clássico inquestionável. Os vocais do Phil estão perfeitos, a guitarra de Dimebag soa como algo apocalíptico, sensacional, o baixo de Rex não deixa por menos e, a batera, talvez um pouco burocrática, mas bastante empolgante (acredito que se o Vinnie Paul tentasse fazer inúmeros malabarismos nesta música, não soaria tão legal assim). Riffs variados e perfeitos, solos fantásticos, clássico marcante. A nota pra esta música seria mais do que 10, mas como o máximo é 10, então fica por isso mesmo. NOTA 10!

A New Level: outro clássico marcante da banda. Os riffs executados pelo mestre Dimebag são totalmente matadores, o refrão é marcante, aquele riff baseado no pedal é bastante empolgante, o solo é legal, a bateria desta vez é mais variada, a linha de baixo do Rex é interessante e bastante presente, o vocal do Phil, genial! Nota 10!

Walk: Clássico! nota 10,0.

Fucking Hostile: esta música é bastante empolgante, mas cai no mesmo erro da faixa anterior: a repetição. Possui um flerte com o Hardcore, a mais rápida do disco. Sua estrutura é basicamente o riff, refrão; riff, refrão; solo (aquele solo baseado no pedal é sensacional); depois volta o mesmo riff, refrão e acaba. Enfim, embora seja bastante empolgante,poderia durar mais. Nota 9,5.

This Love: embora estejamos tratando de uma balada, é bastante pesada e empolgante, especialmente no refrão e após cerca de 2 minutos e meio de andamento. Os riffs seguem velozes após este período, depois diminuem em velocidade, mas não em peso. Aí volta o trecho baladeiro, mas desta vez com solos, muito bons, aí segue o peso até o final na maioria de seu percurso. Balada pesada, variada e cheia de empolgação, nota 10,0.

Rise: clássico inesquecível! O riff central é totalmente empolgante, matador, daqueles que me fazem ter um torcicolo de tanto balançar o pescoço. O refrão é marcante. Esta música segue a mesma linha de peso e velocidade de Fucking Hostile, mas aqui em Rise nota-se um nível de variabilidade muito maior, há mais riffs e o tempo de duração é bem maior. O vocal do Phil, como de costume, está irretocável. NOTA 10!

No Good (Attack The Radical): se inicia com uma boa base da guitarra do Dime, segue-se depois uma linha de baixo e aí Dime entra de novo em ação executando riffs incríveis acompanhados espetacularmente bem pelo mestre Phil Anselmo, riffs que dão lugar a um refrão também empolgante. O solo é bom, mas nada de excepcional. Após o solo, entra em cena um riff diferente daqueles realizados anteriormente, que se estendem até o final da música. Nota 9,5.

Live In A Hole: uma das melhores do álbum, clássico ao meu ver, esta música varia bastante, possui riffs 100% empolgantes. Os riffs baseados no pedal são a marca registrada desta grande música. O solo é muito bom também, mas são os riffs do Dime que realmente fazem desta música um clássico. NOTA 10!

Regular People (Conceit): CLÁSSICO!!! Realmente esta é uma música sensacional, 100% clássica, irretocável! O Phil faz aqui uma das melhores performances de um vocalista na história do Metal, o cara está cantando muito. Sua voz varia bastante, ora mais cadenciada e limpa, ora rasgada, rápida e furiosa. Os riffs estão incríveis, o solo também merece crédito, o trabalho de baixo também é marcante, a bateria não deixa por menos, enfim, um conjunto que torna esta música como uma das melhores e mais empolgantes na história do Metal, na minha opinião. CLÁSSICO, NOTA 10!

By Demons Be Driven: talvez a mais agressiva e pesada do álbum, e digo mais, talvez a mais pesada em toda a brilhante carreira do Pantera. A bateria é uma máquina aqui, os riffs totalmente matadores e, embora não variem tanto, são geniais, o que garante esta música na galeria de clássicos da banda. Principalmente pelo quesito empolgação, nota 9,5.

Hollow: trata-se de uma 1/2 balada, explico: metade balada, metade Metal da melhor qualidade. Em seu período baladeiro, possui passagens cadenciadas e com melodias tocantes, mas o que torna esta música de fato um clássico é sua parte pesada, que se inicia após os 3 minutos de duração. Riffs de guitarra pesados, empolgantes e variados, um vocal cheio de técnica e energia do gênio Phil, uma bateria presente, baixo marcante, enfim, clássico da melhor qualidade, pra fechar o disco com chave de ouro. NOTA 10!"

Copie e fiz algumas modificações da análise de todas as músicas do álbum, que se encontra no Whiplash! Créditos ao user "Iron Corpse".

PS: Esse é um daqueles álbuns que mesmo que você não goste de Heavy Metal, você TEM que ouvir, simplesmente por se tratar de uma das obras primas do gênero, e ao meu ver, o melhor disco de metal produzido desde o ano de seu lançamento (1992). 

Tracklist

1-"Mouth for War"
2-"A New Level"
3-"Walk"
4-"Fucking Hostile"
5-"This Love"
6-"Rise"
7-"No Good (Attack the Radical)"
8-"Live in a Hole"
9-"Regular People (Conceit)"
10-"By Demons Be Driven"
11-"Hollow"

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