Vomit The Soul - Apostles Of Inexpression

sexta-feira, 31 de julho de 2009


Artista - Vomit The Soul
Album - Apostles Of Inexpression
Ano - 2009
Gênero - Brutal Death Metal
Myspace - http://www.myspace.com/vomitthesoulbrutal
País - Italia


2º Álbum do Vomit The Soul, Apostles Of Inexpression segue a linha: "Br00t4l" até dizer chega. Vocais extremamente guturais, instrumental "abafado", blast beats, breakdowns, bumbos duplos, enfim tudo que precisamos para fazer um bom death metal se encontra nesse álbum.

Algumas vezes o álbum soa cansativo, toda aquela massa sonora incessante dá uma sensação meio "@_@", mas, mesmo assim, você vai querer bater cabeça ouvindo esse álbum.

Tracklist:
1. Prototypes Of Values´Incarnation
2. Self Perception Veil
3. Extirpated From Absurdity
4. Overcrowd
5. Apostles Of Inexpression
6. Unrecognized Elements Presence
7. Decay Of An Inviolable Dogma
8. Inconsistent Delta

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Megadeth - Rust In Peace

quinta-feira, 30 de julho de 2009


Artista - Megadeth
Album -  Rust in Peace
Ano -  1990
Gênre -  Thrash Metal
Myspace - www.myspace.com/megadeth
País -USA

Nos encontramos em 1990, e Dave Mustaine e Cia já nos deram a honra de nos oferecer três grandes petardos musicais: O excelente album de estréia Killing Is My Business...And The Business Is Good! (1985), o classico Peace Sells...But Who's Buying? (1986), e o também maravilhoso So Far, So Good...So What! (1988).

Grandes albuns que contavam com diferentes formações ao longo dos mesmos, a não ser é claro o todo-poderoso chefão Dave Mustaine e seu braço direito, o lendario David Ellefson no baixo.

Desta vez, para o próximo album - e na minha sincera opinião, a grande obra-prima do Megadeth, ficando em 3° dentre os maiores albuns de Heavy Metal de acordo com a Kerrang! - o Megadeth precisava de uma formação especial. Já ouvi dizer, não sei se é verdade, que Mr. Mustaine convidou o lendário guitarrista do Pantera, Dimebag Darrell - que vale dizer frisar que o Pantera irá lançar, ainda no mesmo ano, outro grande petardo da época, o Cowboys From Hell - mas ele só aceitaria se seu irmão, o baterista Vinnie Paul, se juntasse ao Megadeth também, e na época Nick Menza já estaria recrutado, portanto, a idéia acabou não vingando.

Ao mesmo tempo, foi a época em que Pepeu Gomes (isso mesmo, o nosso brazuca!!) foi convidado para se juntar ao Megadeth, após Dave Mustaine presenciar um dos seus shows e de, é claro, ficar babando pela técnica do cara, mas como é de se imaginar, o Pepeu recusou alegando que não era o estilo dele.

Chegamos então a um guitarrista que já trabalhou junto com Jason Becker (!!!) no Cacophony, que aceitou entrar no Megadeth, estamos falando de Marty Friedman, e quem conhece esse cara sabe que não precisa de muitos comentários...

Naquela época, haviam grandes bandas no cenário do heavy metal, por exemplo, o antigo rival do Megadeth: Metallica, e seu monstruoso ...And Justice For All; tinha o Guns 'N Roses, que estava destruindo na Billboard com o seu Apettite For Destruction; o já mencionado Pantera, que estava para lançar o seu Cowboys From Hell. Mas o Megadeth, com o que estava por vir, daria uma bela lição sobre quando se fala competencia e sem falar do quanto estavam no auge de sua inspiração, agora com a nova e mais famosa formação:

Dave Mustaine (Guitarras e Vocais)
David Ellefson (Baixo e Backing Vocals)
Marty Friedman (Guitarras)
Nick Menza (Bateria e Percursão)

E agora... o Review mais completo deste album! Música por música!

Holy Wars...The Punishment Due: CLÁSSICO dos CLÁSSICOS do Megadeth, técnica e peso cheam a tal ponto que se equilíbram de forma psíquica, um dos maiores hinos da história!! Arrisco-me a dizer que se não é a melhor, pelo menos estaria no TOP 3 do Megadeth, melhor abertura possível de um album.

Nota: 10

Hangar 18: Acabando de se matar de tanto balançar a cabeça só com a primeira música? Então esperimente esse outro clássico do Megadeth! Música que não tem como não gostar, riffs ultra bem elaborados, solo de cair o queixo, base destruidora. Merece destaque, é claro, para o dueto de guitarras entre Marty Friedman e Dave Mustaine, literalmente de matar!!! Enfim, um CLASSICO, que agora os viciados em Guitar Hero, juntamente com a também classica Symphony of Destruction, podem desfrutar da música.

Nota: 10

Take No Prisoners: Putz...literalmente pancadaria do começo ao fim, riffs muito rapidos e pesados...uma música que o Mötorhead sempre quis ter (não estou fazendo nehum tipo de desmerecimento, pois sou um fã doente também de Mötorhead, hehehe). Mas apesar de tanta genialidade, acho que bater nas duas lá em cima é uma tarefa muito dificil. Mas sem dúvida um grande clássico entre os fãs mais leais da banda, mesmo por que não é uma música muito conhecida.

Nota: 9,5

Five Magics: Dale mais violência!! Outa música de cair o queixo!!! Principalmente por causa da introdução, dando destaque ao Mr. David Ellefson, com uma linha de baixo muuuuuuuito boa mesmo! Talvez Five Magics estaja um pouco abaixo das anteriores, mas nem de longe deixa de ser uma excelente música!!

Nota: 9,25

Poison Was The Cure: Talvez a música mais punk do album, devido a sujeira e a velocidade da música, muito maluca mesmo!! Na minha sincera opinião, me arrisco a dizer que é a música mais "fraca" do albúm, apesar de ser uma baita pancadaria e ter muita técnica.

Nota: 8,25

Lucretia: Demais!!!!! Excelente música!! muita criatividade, riffs poderosissímos (e tem algum neste album que não é?), muita melodia, um solo maravilhoso, e que linha de baixo maneira!!!!

Uma das maiores músicas do Megadeth, e por que não, do Heavy Metal em geral. Destaque para a letra!

Nota: 9,5

Tornado Of Souls: PARA TUDO!!! CLASSICA!!!! Que música é essa?? Me arriscaria a dizer que ganha até de Hangar 18!! Totalmente empolgante, pesada, vocais estupendos, talvez seja a música mais técnica de toda a carreira da banda, mas que uma coisa é certa, o melhor solo de Marty Friedman e, talvez, de todo o Megadeth, e ele está presente nesta música... O que está esperando?? Vá ouvir essa música agora!!!

Nota: 10

Dawn Patrol: Uma música bastante interessante, é sómente baixo e bateria nessa faixa, com Dave Mustaine cantando de uma forma bem maneira!! Não sei dizer exatamente se seria a introdução da próxima música, mas de qualquer forma, é uma musiquinha bem legalzinha, e bem pequena também...

Nota: 8,5

Rust In Peace...Polaris: Isso é que é fechar em ótimo estilo, uma música perfeita!!!!! Destaque desta vez para Nick Menza, detonando na introdução da música. Pura demonstração de riffs técnicos e pesados, uma definição mais do que suficiente para o termo Thrash Metal, por isso então, fecha-se o disco com a música que tema honra de receber o nome do disco.

Nota: 9,75

*Review feito pelo Guilherme Zub´s Em 19/09/07 (Whiplash!).

Tracklist

"Holy Wars... The Punishment Due" — 6:36

"Hangar 18" — 5:14
"Take No Prisoners" — 3:28
"Five Magics" — 5:24
"Poison Was the Cure" — 2:58
"Lucretia" — 3:58
"Tornado of Souls" — 5:22
"Dawn Patrol" — 1:50
"Rust in Peace... Polaris" — 5:36

Faixas bônus

Faixas gravadas com Chris Poland na guitarra solo.
"My Creation" — 1:36
"Rust in Peace... Polaris" (demo) — 5:25
"Holy Wars... The Punishment Due" (demo) — 6:16
"Take No Prisoners" (demo) — 3:23 


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Eyes Set To Kill - The World Outside

quarta-feira, 29 de julho de 2009


Artista -  Eyes Set To Kill
Album - The World Outside
Ano - 2009
Gênre - Screamo/Post-Hardcore
Myspace - www.myspace.com/eyessettokill
País -USA

Eyes Set to Kill é uma banda americana de Screamo/Post Hardcore que lançou seu segundo álbum "The World Outside"  nesse ano. 

A banda faz um som "felizinho" com uns berros aqui e acolá, enfim, som bem legalzinho (e gay). A vocalista e guitarrista Alexia Rodriguez é o grande destaque da banda.

Recomendo! \o/

01. ″Heights″
02. "Hourglass"
03. "Deadly Weapons" (feat. Craig Mabbit of Escape The Fate)
04. "Interlude"
05. "The World Outside"
06. "March Of The Dead"
07. "Wake Me Up"
08. "The Hollow Pt. 1"
09. "The Hollow"
10. "Risen"
11. "Her Eyes Hold The Apocalypse"
12. "Come Home"

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In Flames - Discografia

domingo, 26 de julho de 2009


Artista - In Flames
Albuns - Discografia (1993 - 2008)
Gênero - Melodic Death Metal
Myspace - http://www.myspace.com/inflames
País- Gotemburgo, Suécia

Biografia

O núcleo dos In Flames apareceu em Gotemburgo, na Suécia, em 1990. Ainda sem um nome definitivo, a banda mudou o seu line-up algumas vezes e em agosto de 1993 gravou as primeiras músicas. Foram três canções (In Flames, Upon an Oaken Throne e Clad in Shadows) gravadas nos “Studio Fredman”, e que fizeram parte de um disco promocional chamado Promo’93. Logo depois, a editora sueca Wrong Again Records acreditou que a banda prometia, e, ainda em 1993, assinaram contrato.

Assim, em dezembro de 1993, os In Flames voltaram ao “Studio Fredman” para gravar o seu primeiro álbum. O resultado foi o disco “Lunar Strain”, lançado em agosto de 1994. O line-up da banda era: Jesper Stromblad (guitarras e bateria), Johan Larsson (baixo), Carl Naslund (guitarra), Mikael Stanne (vocalista) e Glenn Ljungstrom (guitarra). O disco possui 10 excelentes músicas (entre elas, estão aquelas gravadas para o disco Promo’93). Ficam claras algumas influências clássicas – como o heavy metal e o folk (estilo típico da região) – que deu ao trabalho um toque especial.

Em dezembro de 1994 a banda grava mais 4 músicas, que foram lançadas mais tarde, em setembro de 1995, num mini álbum chamado “Subterranean”. Além dessas 4 novas músicas, o disco contém uma outra faixa inédita (gravada posteriormente), totalizando assim 5 músicas. Nesse mesmo ano, sai uma versão japonesa especial de “Lunar Strain”, contendo algumas das faixas de Subterranen como faixas-bônus.

No final de 1995, os In Flames entram em estúdio para gravar seu segundo álbum. A banda já contava com o vocalista Anders Fridén (ex-Dark Tranquility e Ceremonial Oath), que entrara para o lugar de Mikael Stanne (que passou de guitarrista de ritmo para vocalista nos Dark Tranquillity). Com isto, em 1996, é lançado o álbum “The Jester Race”. É outro excelente trabalho e que é considerado por muitos o album mais importante de sempre na história do Death Metal melódico. Este fez aumentar o prestígio e o número de fãs da banda, e após o lançamento do album, a banda foi em tour ao lado de nomes como Samael, Kreator e Grip Inc.

Em outubro de 1997, os In Flames lançam um EP chamado “Black-Ash Inheritance”. O atrativo principal desse lançamento é o formato do disco, que é diferente dos discos redondos tradicionais. Possuía 3 faixas de estúdio e uma outra gravada ao vivo.

Ainda em 1997, a banda volta a estúdio para gravar um novo disco. Lançado em novembro de 1997, “Whoracle” é considerado por muitos como o melhor álbum de In Flames até hoje, e também o fim de uma era.

Logo depois da gravação de “Whoracle”, Johan Larsson e Glenn Ljungstrom deixam a banda. Em seus lugares, entram Peter Iwers e Niklas Engelin. Com o novo line-up o grupo parte para uma tour de divulgação do novo disco ao lado do Dimmu Borgir (apenas na Europa), e depois vai ao Japão, onde é muito bem recebido. Mas Niklas não fica muito tempo, pois não consegue dividir o seu tempo entre os In Flames e a sua banda original, os Gardenian. Bjorn Gellote, que tocava guitarra e bateria desde o “Jester Race”, passa a assumir apenas a guitarra, e Daniel Sversson (ex-Sacrilege) é convidado para a bateria.

Com este novo line-up coeso, a banda lança em 1999 um novo trabalho, chamado “Colony”. E foi em suporte deste novo lançamento que a banda fez a sua primeira visita aos EUA em tour.

O sucessor de “Colony” começa a ser preparado pela banda mesmo no final da tour de divulgação deste último disco, e é lançado na metade de 2000. “Clayman” é bastante elogiado pela imprensa, e os In Flames escrevem definitivamente o seu nome na lista de bandas de metal mais importantes da década de 90. O seu estilo bastante particular continua a arrecadar cada vez mais fãs, sejam estes originalmente fãs de metal extremo ou das vertentes mais acessíveis do metal.

No final da bem sucedida tour de “Clayman”, a banda resolveu lançar um álbum ao vivo, “Tokyo Showdown”.

Após dois anos, a banda entrou em estúdio para gravar seu 6º álbum, “Reroute To Remain”, desta vez com Daniel Bergstrand como produtor. Muito diferente dos trabalhos anteriores, o álbum dividiu opiniões entre os fãs. Outra tour foi iniciada, passando pela América do Norte, Japão, Wacken Open Air em 2003 e vários outros festivais, mostrando o crescimento de popularidade dos In Flames. A banda ainda gravou um EP, intulado Trigger.

Em 2004, após quase dois anos em tour de divulgação de Reroute to Remain, a banda entra novamente em estúdio para gravar “Soundtrack To your Escape”, novamente com Daniel Bergstrand produzindo. As opinões dividiram-se duma forma muito controversa neste album, para uns era o fim da banda, para outros, o inicio de uma nova era. No final da tour de “Sountrack to your Escape”, a banda começa a trabalhar em novo material, e entra em estúdio uns meses mais tarde para gravar o seu sucessor, de seu nome, “Come Clarity”.

Em 2005, foi lançado um DVD entitulado “Used and Abused…In Live We Trust”.

Em 2006 a banda lançou o album “Come Clarity ” , foi somente lançado este ano devido a problemas de lançamento com a editora. Este dividiu de vez os fans da banda, alguns alegam o regresso das harmonias de guitarra e dos solos ao som da banda.
Por outro lado foi bem aceito pela maioria dos fans, sendo coroado como uma novca fase na banda.

O ultimo lançamento foi o ” A Sense Of Purpose” em 2008, muito bem aceito pelos fans e pela crítica, com melodias tanto ‘extrondosas’ ,e tambem ‘melosas’ como as do antecessor ( Come Clarity ) segundo o guitarrisata Björn Gelotte - ‘o In Flames nunca ficou preso à uma tendência e sim lançou tendencias’ , o que esclareceu muitas coisas. Este album é sem duvidas o mais experimental da banda
O frontman e fundador da banda , Jesper Strömblad (guitarrista), mostrou ainda ter o espírito
‘Old-School’ em melodias como de Disconnected , Sober and Irrelevant e tambem estar bem aberto à novas experimentações em musicas como The Chosen Pessimist, com 8 minutos e rotulada de ‘Pinkfloydiana’.


Discografia:

Demo (1993)
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Lunar Strain (1994)
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Subterranean (1995)
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The Jester Race (1995)
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Black-Ash Inheritance EP (1997)
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Whoracle (Japan Edition) (1997)
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Colony (1999)
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Lunar Strain & Subterranean (1999)
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Clayman (2000)
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The Tokyo Showdown: Live In Japan 2000 (Special Edition) (2001) (Disc 1)
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The Tokyo Showdown: Live In Japan 2000 (Special Edition) (2001) (Disc 2)
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The Jester Race & Black-Ash Inheritance (Remastered) (2002)
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Reroute To Remain (2002)
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Trigger EP (2003)
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Soundtrack To Your Escape (Digipak Limited Edition) (2004)
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The Quiet Place EP (2004)
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Artifacts of In Flames (2004)
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Subterranean (Remastered) (2004)
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Lunar Strain (Remastered) (2005)
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Used And Abused: In Live We Trust (CD) (2005) (Disc 1)
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Used And Abused: In Live We Trust (CD) (2005) (Disc 2)
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Come Clarity (2006)
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The Mirror's Truth EP (2008)
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A Sense of Purpose (Japan Edition) (2008)
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Shifty Compilation Vol 1

Shifty Compilation Vol 1

















Como prometido fiz uma compilação com a maioria das bandas que eu andei escutando no ultimo mês, nessa compilação tem de tudo um pouco, pop punk, hardcore melódico, hardcore, metalcore... enfim, no cd vc vai encontrar umas bandas já conhecidas, como August Burns Red, Poison The Well, Otep e Walls of Jericho, mas também tem muita coisa que é bem desconhecida por aqui no Brasil, tipo, Jet Market, Stick To Your Guns, Eternal Lord, The Last Starfighter, Set Your Goals entre outros

Espero que gostem

Shifty Compilation Vol 1:

Download: Shifty Compilation.rar (90.64 MB)

01 57 Shifty - Inside My Mind

02 57 Shifty - My Side
03 57 Shifty - Three
04 August Burns Red - Missing This Opportunity
05 August Burns Red - Glory Thrives
06 Eternal Lord - Wasps
07 Eternal Lord - I, The Deceiver
08 Fight for change - Set them free
09 Jet Market - Running With Scissors
10 Jet Market - Letter To A Friend
11 Me and him call it us -A Rotten Set of Bagpipes Can Make a Fantastic Miniskirt If Sewn Properly
12 Of Heart & Shadows - Bring Out The Cavalry
13 Otep - Crooked Spoons
14 Otep - Possesion
15 Poison the Well - Material Christ
16 Poison the Well - Crystal Lake
17 Set Your Goals - To Be Continued...
18 Set Your Goals - This Will Be The Death of Us
19 Stick to Your Guns - Impact
20 Stick to your Guns - part of me
21 Stick to you Guns - Colorblind
22 The Last StarFighter - It Rained Everyday In June
23 The Last Starfighter - Sing This To Someone You Love
24 walls of jericho - A Day And A Thousand Years
25 Walls Of Jericho - Moment Of Thought

Rudra - Brahmavidya Transcendental I

sexta-feira, 24 de julho de 2009


Artista - Rudra
Album - Brahmavidya Transcendental I
Year - 2009
Genre - Death Metal / Black Metal
Myspace - http://www.myspace.com/vedicmetal
País - Singapura


A Rudra é uma das bandas líderes da cena Metal asiática. A banda foi formada em 1992 no Singapura, e desde então tem estado na ativa. Brahmavidya Transcendental I é o quinto álbum da banda, e foi lançado em Abril de 2009. Rudra é o nome do Deus Indiano da destruição, e os caras não poderiam ter escolhido um nome melhor para representar.

A música dos caras é um black/death metal EXTREMAMENTE bem feito, e com elementos da música tradicional indiana e também com alguns mantras no meio das músicas!

Na parte técnica, toda a banda é extremamente criativa, a bateria é uma verdadeira máquina, os riffs são extremamente criativos, solos muito bem feitos, vocal realmente agressivo, enfim só escutando mesmo .

Enfim, se você está cansado das bandas clichês, escute esse álbum que você não se    

Tracklist:
1. Bhagavatpada Namaskara
2. Ravens Of Paradise
3. Amrtasyaputra
4. Hymns From The Blazing Chariot
5. Meditations At Dawn
6. Advaitamrta
7. Natural Born Ignorance
8. Immortality Roars
9. Reversing The Currents
10. Venerable Opposites
11. Avidya Nivrtti
12. Not The Seen But The Seer
13. Adiguru Namastubhyam
14. Majestic Ashtavakra

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Static-X - Cult of Static

quarta-feira, 22 de julho de 2009


Artista -  Static-X
Album -  Cult of Static
Ano- 2009
Gênero - Industrial Metal
Myspace - www.myspace.com/staticx
País- Usa

Cult of Static é o sexto álbum de estúdio da banda Static-X, lançado a 17 de Março de 2009.

O que dizer desse álbum? Bom, essa banda simplesmente foi a primeira que eu realmente gostei dentro do Metal. Desde a época do Shadow Zone eu acompanho o trabalho dos caras, e esse trabalho realmente tem um nível melhor que o Cannibal, a banda continua a mesma, mas as músicas me parecem mais grudentas nesse álbum.

O Interessante é que apesar do trabalho ser bem pesado, ele foi inspirado no casamento de Wayne Static (Guitarrista e Vocalista da banda) com Tera Wray (ex atriz de filmes pornôs).

O Maior ponto positivo continua sendo o Wayne Static. O cara faz vocais agressivos impressionantes, e também faz riffs simples e criativos. Mas claro, o resto da banda também manda bem, e acompanham perfeitamente o líder Wayne.

Enfim, recomendo fortemente!

Tracklist

"Lunatic" – 3:35
"Z28" – 3:09
"Terminal" – 3:38
"Hypure" – 4:15
"Tera-Fied" – 5:19
"Stingwray" – 4:10
"You Am I" – 3:00
"Isolaytore" – 2:46
"Nocturnally" – 3:49
"Skinned" – 3:34
"Grind 2 Halt" – 4:56

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Attila - Soundtrack To A Party

domingo, 19 de julho de 2009


Artista - Attila
Album - Soundtrack To A Party
Ano- 2008
Gênero - Deathcore
Myspace - http://www.myspace.com/attilaga
Country - Georgia, Usa

Essa banda me chamou a atenção por eles serem uma banda de Deathcore com alguns elementos de Crunkcore (crunkcore é um gênero que mistura vocais "screamo" com batidas de hip hop, elemntos eletrônicos e coisas do tipo). Os caras se encaixam no "Partycore" (O que é bem compreensível vendo o nome do álbum :p), ou seja um som pesado porém "festivo". 

Essa banda alias, é quase uma mistura de The Black Dahlia Murder com Brokencyd, elementos de Rap aliados ao peso do deathcore deixam o som interessante, e no mínimo diferente.

Vale a pena conferir.

Tracklist:
1. Let's Start The Party
2. One Night Stand
3. You Looked A Lot Better Last Night
4. Lemme Get A Newport
5. Belligerent
6. Soda In A Water Cup
7. Deuce-Deuce
8. What Would Kimbo Slice Do?
9. Sunsets And Death Threats
10. Unbelieveable

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DIVINE HERESY - BRINGER OF PLAGUES


DIVINE HERESY - BRINGER OF PLAGUES
Ano: 2009
Gravadora: Century Media/ Roadrunner
Gênero: Death Metal/Metalcore
Produção: Logan Mader
País: EUA
Duração: 45:52





Faixas:
1-Facebreaker
2-The Battle of J. Casey
3-Undivine Prophecies
4 -Bringer of Plagues
5-Redefine
6-Anarchaos
7-Monolithic Doomsday Devices
8-Letter to Mother
9-Enemy Kill
10-Darkness Embedded
11-The End Begins
12-Forever to Failure

Um dos melhores cds do Divine Heresy

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The Black Dahlia Murder - Unhallowed

sábado, 18 de julho de 2009


Artista - The Black Dahlia Murder
Gênero - Deathcore
Myspace - http://www.myspace.com/blackdahliamurder
País - Waterford, Michigan, USA
Ano de Lançamento: 2003

Primeiro álbum de um dos maiores nomes do deathcore mundial, o The Black Dahlia Murder dá uma aula de deathcore nesse trabalho. Em um trabalho a frente do seu tempo, os caras influenciaram meio mundo de bandas de deathcore e ajudaram a moldar o gênero.

Nesse álbum temos tudo que se espera de um bom trabalho de Metal Extremo - Guitarras pesadas e criativas, blast beats, vocais guturais e rasgados muito bem executados e muito, MUITO peso.

Se você ainda não ouviu esse álbum, não sabe o que está perdendo :P

 

Tracklist:

"Unhallowed" – 1:59
"Funeral Thirst" – 3:55
"Elder Misanthropy" – 2:34
"Contagion" – 3:23
"When the Last Grave Has Emptied" – 3:11
"Thy Horror Cosmic" – 2:55
"The Blackest Incarnation" – 4:43
"Hymn for the Wretched" – 4:18
"Closed Casket Requiem" – 4:25
"Apex" – 5:05

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Sworn Enemy - Total World Domination

sexta-feira, 17 de julho de 2009


Artista - Sworn Enemy

Album - Total World Domination
Ano - 2009
Gênero - Hardcore / Crossover Thrash
Myspace - http://www.myspace.com/swornenemy
País- Queens, New York (USA)

Mais uma banda de Hardcore que escutei sem nenhuma expectativa mas que se mostrou muito boa!

Os caras fazem um hardcore com alguns flertes com o Thrash, sendo que alguns riffs lembram bastante a Bay Area e o Exodus. Muitos palm mute e bumbos deixam o instrumental bem pesado, e o vocal é bastante agressivo, recomendo! 

Tracklist:

1. Sell My Soul
2. Aftermath
3. Run For Shelter
4. Still Hating
5. On The Outside
6. Lies
7. Ready To Fight
8. Disconnect
9. Step In The Ring
10. Home Of The Brave

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Death Before Dishonor - Better Ways To Die


Artista - Death Before Dishonor
Album - Better Ways To Die
Ano - 2009
Gênero - Hardcore
Myspace - http://www.myspace.com/deathbeforedishonorbhc
País - Boston, Massachusetts, United States

Banda americana de Hardcore que lançou seu segundo álbum esse ano, eles fazem um som bem no estilo Hatebreed, ou seja, hardcore crú, agressivo e pesado, muito pesado!

Peguei esse álbum por causa da capa na verdade, e tive uma bela surpresa, a banda é muito boa mesmo! Agora eu vou atras do primeiro álbum, se for tão bom quanto esse eu posto aqui no blog, por enquanto escutem Better Ways To Die e vejam que bela banda de hc!

Tracklist:
1. Peace And Quiet
2. Remember
3. Coffin Nail
4. Fuck This Year
5. Boys In Blue
6. Better Ways To Die
7. So Far From Home
8. Black Cloud
9. No More Lies
10. Bloodlust
11. Our Glory Days

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Pantera - Vulgar Display Of Power

quarta-feira, 15 de julho de 2009


Artista - Pantera
Album - Vulgar Display of Power
Ano - 1992
Gênero - Groove Metal/Thrash Metal
País- USA

Vulgar Display of Power é o sexto álbum de estúdio da banda de heavy metal norte-americana Pantera. Ele marca o groove metal como gênero definitivo da banda.

"Mouth For War: pesada, rápida e empolgante, mereceu até a gravação de um vídeo clip na época. Na minha opinião, é uma das melhores músicas na carreira do Pantera, um clássico inquestionável. Os vocais do Phil estão perfeitos, a guitarra de Dimebag soa como algo apocalíptico, sensacional, o baixo de Rex não deixa por menos e, a batera, talvez um pouco burocrática, mas bastante empolgante (acredito que se o Vinnie Paul tentasse fazer inúmeros malabarismos nesta música, não soaria tão legal assim). Riffs variados e perfeitos, solos fantásticos, clássico marcante. A nota pra esta música seria mais do que 10, mas como o máximo é 10, então fica por isso mesmo. NOTA 10!

A New Level: outro clássico marcante da banda. Os riffs executados pelo mestre Dimebag são totalmente matadores, o refrão é marcante, aquele riff baseado no pedal é bastante empolgante, o solo é legal, a bateria desta vez é mais variada, a linha de baixo do Rex é interessante e bastante presente, o vocal do Phil, genial! Nota 10!

Walk: Clássico! nota 10,0.

Fucking Hostile: esta música é bastante empolgante, mas cai no mesmo erro da faixa anterior: a repetição. Possui um flerte com o Hardcore, a mais rápida do disco. Sua estrutura é basicamente o riff, refrão; riff, refrão; solo (aquele solo baseado no pedal é sensacional); depois volta o mesmo riff, refrão e acaba. Enfim, embora seja bastante empolgante,poderia durar mais. Nota 9,5.

This Love: embora estejamos tratando de uma balada, é bastante pesada e empolgante, especialmente no refrão e após cerca de 2 minutos e meio de andamento. Os riffs seguem velozes após este período, depois diminuem em velocidade, mas não em peso. Aí volta o trecho baladeiro, mas desta vez com solos, muito bons, aí segue o peso até o final na maioria de seu percurso. Balada pesada, variada e cheia de empolgação, nota 10,0.

Rise: clássico inesquecível! O riff central é totalmente empolgante, matador, daqueles que me fazem ter um torcicolo de tanto balançar o pescoço. O refrão é marcante. Esta música segue a mesma linha de peso e velocidade de Fucking Hostile, mas aqui em Rise nota-se um nível de variabilidade muito maior, há mais riffs e o tempo de duração é bem maior. O vocal do Phil, como de costume, está irretocável. NOTA 10!

No Good (Attack The Radical): se inicia com uma boa base da guitarra do Dime, segue-se depois uma linha de baixo e aí Dime entra de novo em ação executando riffs incríveis acompanhados espetacularmente bem pelo mestre Phil Anselmo, riffs que dão lugar a um refrão também empolgante. O solo é bom, mas nada de excepcional. Após o solo, entra em cena um riff diferente daqueles realizados anteriormente, que se estendem até o final da música. Nota 9,5.

Live In A Hole: uma das melhores do álbum, clássico ao meu ver, esta música varia bastante, possui riffs 100% empolgantes. Os riffs baseados no pedal são a marca registrada desta grande música. O solo é muito bom também, mas são os riffs do Dime que realmente fazem desta música um clássico. NOTA 10!

Regular People (Conceit): CLÁSSICO!!! Realmente esta é uma música sensacional, 100% clássica, irretocável! O Phil faz aqui uma das melhores performances de um vocalista na história do Metal, o cara está cantando muito. Sua voz varia bastante, ora mais cadenciada e limpa, ora rasgada, rápida e furiosa. Os riffs estão incríveis, o solo também merece crédito, o trabalho de baixo também é marcante, a bateria não deixa por menos, enfim, um conjunto que torna esta música como uma das melhores e mais empolgantes na história do Metal, na minha opinião. CLÁSSICO, NOTA 10!

By Demons Be Driven: talvez a mais agressiva e pesada do álbum, e digo mais, talvez a mais pesada em toda a brilhante carreira do Pantera. A bateria é uma máquina aqui, os riffs totalmente matadores e, embora não variem tanto, são geniais, o que garante esta música na galeria de clássicos da banda. Principalmente pelo quesito empolgação, nota 9,5.

Hollow: trata-se de uma 1/2 balada, explico: metade balada, metade Metal da melhor qualidade. Em seu período baladeiro, possui passagens cadenciadas e com melodias tocantes, mas o que torna esta música de fato um clássico é sua parte pesada, que se inicia após os 3 minutos de duração. Riffs de guitarra pesados, empolgantes e variados, um vocal cheio de técnica e energia do gênio Phil, uma bateria presente, baixo marcante, enfim, clássico da melhor qualidade, pra fechar o disco com chave de ouro. NOTA 10!"

Copie e fiz algumas modificações da análise de todas as músicas do álbum, que se encontra no Whiplash! Créditos ao user "Iron Corpse".

PS: Esse é um daqueles álbuns que mesmo que você não goste de Heavy Metal, você TEM que ouvir, simplesmente por se tratar de uma das obras primas do gênero, e ao meu ver, o melhor disco de metal produzido desde o ano de seu lançamento (1992). 

Tracklist

1-"Mouth for War"
2-"A New Level"
3-"Walk"
4-"Fucking Hostile"
5-"This Love"
6-"Rise"
7-"No Good (Attack the Radical)"
8-"Live in a Hole"
9-"Regular People (Conceit)"
10-"By Demons Be Driven"
11-"Hollow"

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It Dies Today - Lividity

segunda-feira, 13 de julho de 2009


Artista - It Dies Today
Album - Lividity
Ano - 2009
Gênero - Metalcore / Hardcore
Myspace - http://www.myspace.com/itdiestoday
País- Buffalo, New York, USA

Lividity é o terceiro álbum do It Dies Today, e o primeiro da banda sem o vocalista Nick Brooks, que saiu da banda, e em seu lugar entrou Jason Wood.

E Jason se mostra o grande diferencial desse álbum, os vocais limpos dele são muito bons (Melhores que os do nick na minha opinião) e ele também manda bem nos vocais agressivos (Porém na minha opinião, Nick Brooks mandava um pouco melhor nos vocais agressivos). Então com essa entrada de um vocalista um pouco menos agressivo, o que podemos esperar? Músicas menos agressivas? Surpreendentemente não, as músicas continuam tão pesadas quanto no Sirens (ou até mais pesadas), e o álbum consegue ser tão bom e pesado quanto o primeiro da banda (The Caitiff Choir). 

A parte instrumental também está bem legal, riffs bem criativos, bateria com bumbos bem colocados, breakdowns, etc....

Enfim, vale a pena a audição.


Tracklist:
1. This Ghost
2. Reckless Abandon
3. Thank You For Drinking
4. Miss October
5. Bled Out In Black And White
6. Martyr Of Truth
7. Nihility
8. Life Of Uncertainty
9. The Architects
10. Complacence Without Pursuit (Lividity)

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Sonic Youth - Sister

domingo, 12 de julho de 2009

Sonic Youth - Sister (1987)
by rafaello fareday

Estilo: Alternative Rock | Post-Punk | Noise Rock

Sonic Youth foi uma das bandas mais inovadoras da década de 80. Tá certo, eles não inventaram o Noise Rock e nem nada na sua formula musical. O grande diferencial do Sonic Youth, que os tornou tão influencial e uma das mais importantes bandas de rock alternativo, foi justamente combinar suas influências em algo novo. Utilizando-se de feedback e do barulho característico do Noise Rock e transformando-os em músicas de rock de verdade. Sonic Youth pega carona no experimentalismo do Velvet Underground, porém da um passo à frente. Pega o barulho e transforma-o em pop. Pega a insanidade e transforma-a em canções de verdade. O rítimo punk do barulho desafinado.

Sister é um marco na história da banda. Embora não seja um cd tão bom quanto o "Daydream Nation", Sister concerteza foi mais importante. Esse cd resume tudo o que o Sonic Youth é. Dando mais um passo em direção à estruturas musicais mais consistentes que seu antecessor EVOL tinha provido, o uso de barulho, desafinações e distorções trazem uma textura profunda às musicas, o que é bastante complexo, original, e que funciona como a lei da gravidade nesse álbum.

Marcado talvez não com as melhores músicas do Sonic Youth, ou com suas mais famosas, Sister é recheado de ótimas músicas. A abertura, Schizophrenia, é a melhor do album. Embora não seja tão furiosa, é recheada do que o Sonic Youth faz de melhor, e sua atmosfera é com certeza uma das mais lindas que já experimentei musicalmente. Nela, todas as dissonâncias, barulhos e notas distorcidas são perfeitamente coladas, criando uma das músicas mais bem elaboradas do Sonic Youth. O álbum também marca destaque na Tuff Gnarl, desta vez uma música mais rápida, mais furiosa, e que explora bem mais o espírito desarmonico do Sister. Também temos a incrivelmente romântica Cotton Crown (Kotton Krown), uma prova de que Gordon e Moore deveriam cantar como dueto em mais músicas do Sonic Youth (o que, infelizmente, não acontece com frequência).

Sister tem uma atmosfera extremamente melancólica e negra. Ao mesmo tempo, quente e aconchegante. O fato de ter sido gravado inteiramente com equipamentos analógicos, dando a ele um espírito meio vintage. Com o uso inesperado de chaves de fenda, bastões de ferro enfiados no braço da guitarra, pisotear o baixo e outros tipos de bizarres, o Sonic Youth demonstra ser uma das bandas mais criativas da década, e no Sister e no seu sucessor Daydream Nation, eles provam o porquê de serem quem eles são.

Tracklist: ( songs pick)
01. Schizophrenia – 4:38
02. (I Got A) Catholic Block – 3:26
03. Beauty Lies in the Eye – 2:20
04. Stereo Sanctity – 3:50
05. Pipeline/Kill Time – 4:35
06. Tuff Gnarl – 3:15
07. Pacific Coast Highway – 4:18
08. Hot Wire My Heart – 3:23
09. Kotton Krown – 5:08
10. White Kross – 2:59
11. Master-Dik

Nota: 9,6/10

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August Burns Red - Constellations


Artista - August Burns Red
Album - Constellations
Ano - 2009
Gênero - Metalcore
Myspace - http://www.myspace.com/augustburnsred
País- USA

August Burns Red é uma banda de metalcore de Lancaster, Pensilvânia/EUA, a banda foi formada em 2003, enquanto os membros ainda estavam no ensino médio, e é composta por: Jake Luhrs(vocal), JB Brubaker(guitarra), Brent Rambler(guitarra), Dustin Davidson(contra-baixo e vocal), Matt Greiner(bateria).

Constellations é o 3º álbum da banda, e mostra uma evolução em relação ao álbum anterior Messengers. No sentido criativo a banda não se limita apenas as fórmulas pré-estabelecidas do metalcore. Por mais que o álbum seja recheado de breakdown, blast-beats, guturais e riffs característicos do estilo, os caras mostram que há algo mais no som deles - Passagens limpas, guitarras mais criativas, coisas que parecem pequenas, mas que fazem  uma diferença enorme quando se compara Constellations com alguns álbuns "genéricos" de metalcore.

Uma revolução? Diria que não, acho um exagero dizer que é um álbum revolucionário, mas sem dúvida alguma mostra como o metalcore é um gênero que pode ser muito explorado ainda, basta pensar "fora da caixa" um pouco, e deixar de lado os clichês.

Recomendo a todos.


Tracklist:
1. Thirty and Seven
2. Existence
3. Ocean of Apathy
4. White Washed
5. Marianas Trench
6. The Escape Artist
7. Indonesia
8. Paradox
9. Meridian
10. Rationalist
11. Meddler
12. Crusades

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Faith No More - Discografia

sábado, 11 de julho de 2009


"Faith No More:


Rap, funk, metal, foda-se o estilo mais apropriado para a banda, FNM é foda.
Banda que fez um sucesso enorme no começo da decáda de 90
(principalmente no Brasil), com um estilo característico e com músicas
irreverentes e viciantes. Também não podemos esquecer que foi uma das
bandas que mais influenciou o New Metal.

Bom, vou falar do albúm The Real Thing, um dos melhores na minha
opnião, além de ser o primeiro com Mike Patton, também tem a música
Epic, que acho que é a mais conhecida do grupo.
O terceiro álbum da banda resume basicamente tudo o que é o grupo, com
uma faixa melhor que a outra e extremamente diversificada, posso citar
músicas que são completamente o oposto da outra, como o nítido heavy
metal de ''Surprise! You're Dead!'' e o rock de "Edge Of The World", e
que nem por isso tiram o brilho do disco. Destaque ao vocal melódico
porém muito bem utilizado de Patton e para Jim Martin, que fez um
ótimo trabalho e mostrou suas habilidades na guitarra.
Clássico instantâneo, mostrando um rock diferente de tudo que tinha
sido produzido antes, escute The Real Thing, garanto que não vai se

arrepender!"           

*Texto por: Exodia

Álbuns

We Care A Lot (1985)

1. We Care A Lot
2. The Jungle
3. Mark Bowen
4. Jim
5. Why Do You Bother
6. Greed
7. Pills For Breakfast
8. As the Worm Turns
9. Arabian Disco
10. New Beginnings

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Introduce Yourself (1987)

1. Faster Disco
2. Anne s Song
3. Introduce Yourself
4. Chinese Arithmetic
5. Death March
6. We Care A Lot
7. R n R
8. Crab Song
9. Blood
10. Spirit

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The Real Thing (1989)

1. From Out of Nowhere
2. Epic
3. Falling To Pieces
4. Surprise! You’re Dead!
5. Zombie Eaters
6. The Real Thing
7. Underwater Love
8. The Morning After
9. Woodpecker From Mars
10. War Pigs
11. Edge of the World

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Angel Dust (1992)

1. Land of Sunshine
2. Caffeine
3. Midlife Crisis
4. RV
5. Smaller and Smaller
6. Everything’s Ruined
7. Malpractice
8. Kindergarten
9. Be Aggressive
10. A Small Victory
11. Crack Hitler
12. Jizzlobber
13. Midnight Cowboy
14. Easy
15. As the Worm Turns

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King for a Day, Fool for a Lifetime (1995)

1. Get Out
2. Ricochet
3. Evidence
4. The Gentle Art of Making Enemies
5. Star A.D.
6. Cuckoo for Caca
7. Caralho Voador
8. Ugly in the Morning
9. Digging the Grave
10. Take this Bottle
11. King For A Day
12. What A Day
13. The Last to Know
14. Just a Man
15. Absolute Zero/I Started a Joke/Evidence (Spanish Version)

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Album Of The Year (1997)

1. Collision
2. Stripsearch
3. Last Cup of Sorrow
4. Naked in Front of the Computer
5. Helpless
6. Mouth to Mouth
7. Ashes to Ashes
8. She Loves Me Not
9. Got that Feeling
10. Paths of Glory
11. Home Sick Home
12. Pristina
13. Light Up and Let Go
14. Big Kahuna

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Who Cares a Lot: Greatest Hits (1998)

CD 1.
1. We Care A Lot (Original Version)
2. Introduce Yourself
3. From Out Of Nowhere
4. Epic
5. Falling To Pieces
6. Midlife Crisis
7. A Small Victory
8. Easy
9. Digging The Grave
10. The Gentle Art Of Making Enemies
11. Evidence
12. I Started A Joke
13. Last Cup Of Sorrow
14. Ashes To Ashes
15. Stripsearch

CD 2.
1. The World Is Yours
2. Hippie Jam Song
3. Instrumental
4. I Won’t Forget You
5. Introduce Yourself (4-Track Demos)
6. Highway Star
7. Theme From Midnight Cowboy
8. This Guy’s In Love With You

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Fleet Foxes - Fleet Foxes

quinta-feira, 9 de julho de 2009


Devourment - Unleash The Carnivore


Artista - Devourment

Album - Unleash The Carnivore
Ano - 2009
Gênero - Brutal Death Metal
Myspace - http://www.myspace.com/devourment
País- Dallas, Texas, United States

Devourment é uma banda de brutal death metal de Dallas, Texas. Formada em 1995, a banda já se separou e retornou 3 vezes e nenhum dos membros originais permanacem. A formação atual é Mike Majewski (vocais), Ruben Rosas (guitarra), Captain Piss(baixo) and Eric Park (bateria).

Unleash the Carnivore é o 3º FL da banda, e com certeza se você olhar no dicionário a definição de "brutal", você vai encontrar a capa do álbum ao lado. 

Vocais MUITO guturais (algumas vezes os vocais são tão baixos que se confundem em meio ao instrumental), bateria com blast-beats extremamente velozes, guitarra e baixo super abafados, breakdowns brutais, enfim tudo que um álbum de brutal death metal precisa se encontra no Unleash the Carnivore.

Se você não gosta de death metal passe bem longe desse álbum. Mas se você gosta, pode baixar que é garantido que você não vai se arrepender. 

Br00T4L

Tracklist:
1. Unleash The Carnivores
2. Abomination Unseen
3. Fed To The Pigs
4. Incitement To Mass Murder
5. Crucify The Impure
6. Deflesh The Abducted
7. Over Her Dead Body
8. Field Of The Impaled

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Iwrestledabearonce - It's All Happening


Artista - Iwrestledabearonce
Album - It's All Happening
Ano - 2009
Gênero - Deathcore / Grindcore / Experimental
Myspace - http://www.myspace.com/iwrestledabearonce
País- Louisiana, United States

Iwrestledabearonce é uma banda de Deathcore experimental que lançou seu primeiro FL esse ano. 

O som dos caras é bem "doidão" (qual deathcore experimental não é?), passagens limpas, influências de Jazz, e a brutalidade do deathcore, tudo misturado. A vocalista Krysta manda muito bem, e é o destaque da banda, que também conta com um seção instrumental muito criativa e técnica.

É um álbum pra se ouvir com a mente aberta, se você tem algum tipo de preconceito com um som no mínimo "diferente", passe longe desse álbum. Agora, se você ouvir sem preconceitos, com certeza será uma agradável surpresa e valerá a pena a audição.


Tracklist:
1. You Ain't No Family
2. White Water In The Morning
3. Danger In The Manger
4. I'm Cold And There Are Wolves After Me
5. Tastes Like Kevin Bacon
6. The Cat's Pajamas
7. Pazuzu For The Win
8. Black-Eyed Bush
9. Eli Cash vs. The Godless Savages
10. See You In Shell

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Madame saatan - Madame saatan (cd)


MADAME SAATAN - "Madame Saatan" heavy metal|punk|blues|progressivo
1 – Devorados
2 – Gotas em Caos de Selva Avenida
3 – Molotov
4 – Duo
5 – Vela
6 – Cine Trash
7 – Apocalipse
8 – Ele Queima Ela Sorri
9 – Messalina Blues
10 - Prometeu

Ano: 2008
País: Brasil (Belém/PA)
Gravadoras: Ná Records, Cubo Discos, Fósforo Records e Fora do Eixo (pool)
Site da banda: http://www.madamesaatan.com/
Myspace: http://www.myspace.com/madamesaatan
Youtube: http://www.youtube.com/user/madamesaatan

O quarteto de Belém, formado por Sammliz (vocal), Edinho Guerreiro (guitarra), Ícaro Suzuki (baixo) e Ivan Vanzar (bateria), nasceu em 2003 e logo começou a se destacar em festivais de rock pelo Brasil afora. O primeiro registro oficial em CD foi possível graças ao pool de gravadoras independentes Ná Records (PA), Cubo Discos (MT), Fósforo Records (GO) e Fora do Eixo. E vale a pena a experiência.

O que se pode encontrar em "Madame Saatan" é um rock vigoroso, no qual a base instrumental de Guerreiro, Suzuki e Vanzar é verdadeiramente matadora. O hardcore, o thrash metal oitentista (principalmente) e algumas doses de nü metal são as influências mais claras que o quarteto demonstra ao longo das 10 faixas do álbum. Mas existe uma brasilidade inquestionável em todo o trabalho: pancadas como "Gotas em Caos de Selva Avenida" e "Cine Trash", por exemplo, remontam aos tempos áureos do experimentalismo do Sepultura (mas sem os vocais de Max!).

A frontwoman Sammliz também merece destaque. Letrista da banda, ela imprime suas digitais e demonstra criatividade nas composições. De cara, já acerta ao compor e cantar em português, mesmo que os riffs e introduções dêem ao ouvinte a certeza de que os versos vindouros serão pronunciados em inglês, por alguma voz gutural da Califórnia. E justamente este paradoxo (no bom sentido) é um dos grandes diferenciais da banda – algo que pode causar alguma estranheza nas primeiras audições, mas logo se torna um interessante atrativo à sonoridade do disco.

"Molotov", "Duo", "Ele Queima Ela Sorri" e "Messalina Blues", que poderiam ser classificadas como "nü-baladas", são quatro das músicas em que Sammliz parece mais bem enquadrada na moldura musical preparada pelos rapazes. Mas é em "Apocalipse", dotada de uma letra muito bem sacada e um cenário instrumental vigoroso, e em "Vela", temperada com saborosas pitadas de musica regional, que a banda se supera. Estas faixas são, de longe, as melhores demonstrações do potencial do quarteto.

Ainda além da qualidade do álbum, MADAME SAATAN traz uma brisa rejuvenescedora da cena independente que rola nos rincões do Brasil. É ótimo quando temos a oportunidade de encontrar bandas promissoras surgidas de fora do eixo Sul-Sudeste. A questão que fica é: será que a banda terá fôlego para manter seu peso e sua personalidade (que são seus principais diferenciais) diante de um possível flerte com o sucesso? Vale a pena esperar...





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abraços o/

Eternal Lord - Blessed be this Nightmare

Eternal Lord - Blessed be this Nightmare
Metalcore | Deathcore | Hardcore




















Eternal Lord é uma banda britânica de MetalCore que foi formada em 2005 por ex-membros da banda The Hunt For Ida Wave

Sam, o vocalista original da banda, com quem tinham lançado um EP ( Eternal Lord ) em 2006, resolveu largar de mão da musica e virou tatuador, dando lugar a Ed Butcher, que foi vocalista da banda I Killed The Prom Queen, que acabou em 2007

Com o Ed Butcher no vocal, a banda lançou o seu primeiro e ultimo cd, Blessed be this Nightmare em 2008, logo após o lançamento do cd o baterista Stuart Mckay deixou a banda sem dar explicações, Ed Butcher foi expulso da banda no final de 2008 e o baxista foi expulso também em seguida, em 6 de janeiro desse ano a banda teve o seu fim decretado

O album Blessed be this Nightmare recebeu algumas criticas, foi taxado de monótono e repetitivo

Mas eu discordo, esse é um dos poucos albuns que vc pode encontrar dentro do Metalcore, e escutar alguma coisa diferente, e o cd está muito pesado, os riffs estão muito bem feitos, e o ponto forte do cd é o vocal do Ed Butcher, que cá entre nós, é um dos vocais mais potentes da atualidade, os seus guturais são assombrosos

Para quem gosta de Metalcore, e quer escutar alguma coisa diferente, esse album é uma boa pedida, e para as viuvas do I Killed The Prom Queen também é uma boa, vcs poderão matar as saudades do vocal Ed Butcher, que está muito bem nesse album

Download:
Eternal Lord - Blessed Be This Nightmare [2008] Shifty#RockPirata.rar (34.55 MB)

Depois eu posto o EP deles, com o Sam no vocal

Valeu ai galera!

The Smiths - The Queen Is Dead

quarta-feira, 8 de julho de 2009

The Smiths - The Queen Is Dead (1986)
by rafaello fareday

Estilo: Post-Punk | Alternative Rock | Indie Rock

The Smiths foi uma das mais importantes bandas do rock britânico da década de 80, e com certeza de todos os tempos. Pioneira do Indie Rock, os Smiths marcaram o fim da era New Wave e o começo da explosão do Indie Rock dos anos 90 e 00. Os membros principais do grupo, Morrisey e Marr, foram uma das duplas mais estranhas da história do rock. Seguindo a conduta Punk do "faça você mesmo", mas mostrando uma afeição à musica pop e rockabilly. Enquanto Marr fazia o tipo 'guitarrista tradicional', um tipo de Keith Richards ou George Harrison moderno, gravando com um exagerado perfeccionismo suas várias camadas de guitarra, tomando cuidado em todos os detalhes. Do outro lado, temos o genial Morrissey, que quebra com a tradição do rock, cantando de uma forma mais expressiva do que técnica, com sua voz cheia de lamento e com suas incríveis letras, excepcionalmente escritas de uma forma romantica, expondo seus sentimentos, cheios desprezo e de coração partido. Infelizmente, essa parceria que deu nascimento a tantas músicas boas, deu também o atestado de óbito ao The Smiths.

The Queen Is Dead é a obra-prima dos Smiths. Dando um grande passo para frente, tanto musicalmente como líricamente, esse album mostra todo o amadurecimento da banda. Johnny Marr cria várias camadas densas de guitarra, alternando estilos desde a puxada Rockabilly da "Vicar in a Tutu", até as batidas mais pops em "The Boy With the Thorn in His Side". A grande riqueza instrumental é complementada perfeitamente pelas melhores letras já escritas por Morrissey. Sem deixar de lado suas composições mais sentimentais, como em "I Know It's Over", Morrissey também dá a luz a composições extremamente inteligentes e cheias de humor extremamente irônico sobre a sociedade Britânica.

Um álbum praticamente perfeito, The Queen Is Dead não tem uma música 'fraca'. Embora algumas pareçam meio 'deslocadas', cada faixa é linda por si só. O grande destaque do álbum vai para as mais que perfeitas "There Is a Light That Never Goes Out", "The Boy With the Thorn in His Side" e "Bigmouth Strikes Again". Tão boas quanto, nós temos as sentimentais "I Know It's Over" e "Never Had No One Ever". Todavia, este album vale a pena ser ouvido do começo ao fim. Todas as músicas, da irônica e ao mesmo tempo emocional "The Queen Is Dead" até a ótima "Some Girls Are Bigger Than Others", cada faixa tem sua beleza, seu toque especial.

Com um album como esse, o The Smiths prova mais uma vez o porquê de ser uma banda tão foda. Apesar do nome (Smith é um nome muito comum no Reino Unido, e foi escolhido para mostrar que a banda é feita de pessoas comuns, e não deuses pré-destinados à salvar o mundo do Rock de seja lá o quê.), os Smiths mostram que não são uma banda qualquer. E apesar dos magníficos lançamentos da carreira solo de Morrissey, essa banda faz falta no mundo da música.

Tracklist: ( songs pick)

01. The Queen Is Dead – 6:24
02.Frankly, Mr. Shankly – 2:17
03. I Know It's Over – 5:48
04. Never Had No One Ever – 3:36
05. Cemetry Gates – 2:39
06. Bigmouth Strikes Again – 3:12
07. The Boy With the Thorn in His Side – 3:15
08. Vicar in a Tutu – 2:21
09. There Is a Light That Never Goes Out – 4:02
10. Some Girls Are Bigger Than Others – 3:14

Nota: 9,8/10

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Metallica - S&M


Uma das maiores obras já criadas pelo heavy metal até hoje. A união de Metallica com a musica clássica da Sinfonia de São Francisco. Resultado? Simplesmente um dos cds mais fodas que já ouvi. Acertaram a mão na hora de fazer esse cd. Recomendado por todos ouvites de heavy metal, eu garanto. Só ouvindo pra saber.

Quo Vadis - Defiant Imagination

Quo Vadis - Defiant Imagination
Ano: 4 de Novembro de 2004
Gravadora: Fusion3/Skyscraper
País: Canadá
Gênero: Death Metal Melódico Técnico
Duração: 39:19











Faixas:

1-Silence Calls the Storm
2-In Contempt
3-Break the Cycle
4-Tunnel Effect (Element of the Ensemble IV)
5-To the Bitter End
6-Articulo Mortis
7-Fate's Descent
8-Dead Man's Diary
9-Ego Intuo et Servo Te

Não conheço tantas bandas canadenses, mas as poucas que conheço são todas excelentes. Pensando por esse lado e crendo que minha sorte persistiria, decidi ouvir Quo Vadis uns meses atrás, banda que conhecia apenas por nome. E é incrivel como logo a primeira impressão me certificou de que minha sorte se manteria, pois a faixa de abertura é uma das coisas mais bem elaboradas que ja ouvi nesse gênero, com uma intro de arrepiar os cabelos e riffs e licks que a dupla de guitarristas fez para mostrar que não apenas Steve Di Giorgio, famoso baixista virtuoso que participou do CD, merece reconhecimento como músico de alto nível.
Aliás, toda a banda é tão coesa e precisa que mesmo nas apresentações ao vivo os arranjos meio complicados dos albuns de estudio ficam fiéis às gravações originais, com um esmero impressionante. Do começo ao fim do disco, o grupo dá uma aula de como fazer música cheia de firulas sem cansar o ouvinte, que é sempre surpreendido nas audições.
A preguiça bateu agora e não tenho mais o que dizer, e acho que nem preciso lol Apenas assistam e ouçam a magnifica banda, e baixem essa magnum opus do quinteto canadense.





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Scars on Broadway - Scars on Broadway

Scars on Broadway - Scars on Broadway
Ano: 29 de Julho de 2008
Gravadora: Interscope
Gênero: Rock/Metal Alternativo
País: EUA
Produção: Daron Malakian
Duração: 45:04












Faixas:

1. Serious
2. Funny
3. Exploding / Reloading
4. Stoner Hate
5. Insane
6. World Long Gone
7. Kill Each Other / Live Forever
8. Babylon
9. Chemicals
10. Enemy
11. Universe
12. 3005
13. Cute Machines
14. Whoring Streets
15. They Say

Existem muitas possibilidades do que pode resultar da carreira solo de músicos consagrados: pode vir a ser algo muito mais do mesmo, quase idêntico à banda da qual saiu o(s) músico(s); pode ser algo totalmente diferente e uma verdadeira merda; pode ser totalmente diferente mas tão bom quanto ou melhor do que a ja famosa banda da qual saiu; pode mesclar inovações com similaridades da banda antiga e dar certo ou errado.
O caso do projeto Scars on Broadway, de D. Malakian e J. Dolmayan, ambos do System of a Down, é compatível com a última opção. Se deu certo ou errado é muito subjetivo, e só ouvindo mesmo é possível ter uma resposta própria e pessoal dessa questão. O que não se pode negar é que logo de cara há um paralelo sonoro entre SoB e SOAD, nas primeiras impressões do disco de estréia (e talvez último) do grupo.
Digo isto porque o som da banda é muito semelhante ao que se ouve nos dois ultimos discos do SOAD, especialmente pelo timbre da guitarra, a construção dos riffs, a alternância entre suavidade e brutalidade, tudo típico dos bem-sucedidos e também criticados Mesmerize e Hypnotize. E como o vocalista do SoB é o próprio Malakian, a impressão de se estar ouvindo uma extensão desses dois discos é ainda maior, ja que neles o SOAD funciona quase como o Kiss, com seus dois vocalistas principais.
Porém, é possivel dizer que houve uma evolução na maneira de cantar do guitarrista e a maior liberdade composicional típica de uma carreira solo deu ainda mais asas à imaginação dele como compositor, com letras e arranjos abusando do experimentalismo, como se vê em faixas como a Chemicals, uma de minhas favoritas.
Sou fã de SOAD e gosto de ambas as fases do grupo e, talvez por consequência disso, adorei o album homônimo desse novo projeto. Excelente estréia e uma grande promessa que entristeceria se acabasse tão prematuramente.





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A Day To Remember - Homesick





A primeira vez que ouvi uma música dessa banda foi em finados 2005. Alí havia potencial.

De lá pra cá o mercado sofreu uma avanlanche de bandas de metalcore e post-hardcore.

Claro que muitas bandas demonstram competência porém poucas conseguem se consolidar nesse meio um tanto saturado. Dentre elas eu cito A Day To Remember. De 2005 pra cá a banda amadureceu substancialmente e transformou seu potencial em realidade.

Formada em 2003, esse quarteto vem da Flórida e agora, em 2009, nos brindam com o ótimo álbum Homesick.

É um daqueles albuns difíceis de se destacar uma música ou outra pois nos prende do início ao fim, até em seus momentos mais calmos, como na If It Means a Lot to You.

Breakdowns bem encaixados e melodias grudentas fazem de Homesick um grande destaque desse primeiro semestre de 2009.

Pra ouvir do início ao fim no último volume!

Estilo: Metalcore, Post-Hardcore, Screamo, Hardcore
Gravadora: Victory Records
Ano: 2009

01 The Downfall of Us All
02 My Life for Hire
03 I'm Made of Wax, Larry, What Are You Made Of?
04 NJ Legion Iced Tea
05 Mr. Highway's Thinking About the End
06 Have Faith in Me
07 Welcome to My Family
08 Homesick
09 Holdin' It Down for the Underground
10 You Already Know What You Are
11 Another Song About the Weekend
12 If It Means a Lot to You

Nota: 9,0/10

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Dark Avenger - Tales of Avalon (The Terror)

Dark Avenger - Tales of Avalon (The Terror)
Ano: 2001
País: Brasil
Gênero: Heavy/Power Metal
Duração: 01:04:47
Gravadora: Megahard Records











Faixas:
1. The Terror
2. Tales of Avalon
3. Golden Eagles
4. Heroes of Kells
5. Crown of Thorns
6. Wicked Choices (Part 1)
7. Clas Myrrdin
8. As the Rain
9. De Profundis
10. Galadvwch
11. The White of Your Skin
12. Crownless Queen
13. Morgana
14. The Lament (Part 1)

Dark Avenger é daquelas bandas que realmente provam que o Metal brasileiro é um dos mais fortes do mundo. Isso porque, apesar de os conhecedores da cena underground idolatrarem o DA, a maioria das pessoas não conhecem essa pérola e isso faz imaginar quantas bandas boas é possivel achar escavando e garimpando pelos quatro cantos do país.
Vinda da capital nacional, a banda teve suas origens no início da década passada, mais precisamente em 93, tendo lançado sua primeira demo no ano seguinte com produção própria. Um número enorme de músicos passaram pela banda, e muitas instabilidades culminaram no "fim" do grupo em 2005. Recentemente, ainda esse ano, esses grandes mestres da música pesada decidiram se reunir denovo para fazer shows, tocando inclusive no festival Rolla Pedra, onde apresentaram uma nova canção.
Comemorando essa volta do Dark Avenger, coloco aqui um dos melhores full-length do metal nacional, principalmente pelo vocal de Mário Linhares, provavelmente o melhor vocalista que o Heavy desse país já viu (sim, mesmo levando em consideração gente como Andre Matos).





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Forfun - Discografia 3em1

A discografia da melhor banda atual de rock brasileira, e não me venham com comentários do tipo: Titãs é melhor, e não sei o que não sei que lá. ATUAL que eu to dizendo, comparando a do "mesmo estilo": Charlie Brown Jr., NxZero, Strike...

Enfim. Fiz um pack com os três cd's juntos pra perceberem a diferença do Forfun julgado como Emo antigo, e o Forfun atual, um reggae-rock composto por ótimas letras e também ritimo.

O que vai encontrar:

Teoria Dinâmica Gastativa

1 - Hidropônica
2 - História de Verão
3 - Mentalmorfose
4 - Costa Verde
5 - Good Trip
6 - Cara Esperto
7 - El Blend
8 - Valer a Pena
9 - Seu Namorado é um Bundão
10 - V.I.P (Very Importante Porque)
11 - Terra do Nunca
12 - 4 AM
13 - O Melhor Bodyboarder da Minha Rua
14 - Blake Metal (Instrumental)
15 - Viva La Revolucion
16 - Constelação Karina


Das Pistas de Skate às Pistas de Danças

1 - História de Verão
2 - Cara Esperto
3 - Terra do Nunca
4 - Garota de Floral
5 - Melhor Bodyboarder da Minha Rua
6 - Vou Em Frente
7 - O Mundo Vai Girar
8 - Minha Formatura
9 - Seu Namorado É Um Bundão
10 - Segundo Lugar
11 - Noites Que Virei
12 - Constelação Karina


Polisenso

  1. Aí Sim
  2. O Viajante
  3. Infinitas Possibilidades
  4. Sol ou Chuva
  5. Panorama
  6. Dia do Alívio
  7. Colírio (instrumental)
  8. Suave
  9. Gruvi Quântico
  10. Cósmica
  11. Eremita Moderno
  12. Escala Latina
  13. Uma Noite em Havana (instrumental)
  14. Sigo o Som
  15. Sócrates e a Deusa Música
  16. Cigarras
  17. O Dia do Alívio (Boldo Mix)
  18. O Viajante (Super Shiva Mix)
  19. Suave (Felguk Remix)